Um planejamento financeiro bem elaborado para comprar um imóvel deve sempre considerar a possibilidade de custos extras, sabia disso? E entre esses gastos a mais, um deles é o INCC, ou Índice Nacional de Custo de Construção. Já ouviu falar dele?
Quem financia um imóvel, especialmente se for na planta, precisa entender o INCC. De forma resumida, esse imposto reajusta os valores das parcelas de acordo com a variação dos preços da construção civil.
Sabendo dessa importância, a Hatti está aqui para te ajudar e vamos te explicar melhor o que é esse índice, como ele é calculado, como se planejar e muito mais!
Entendendo o INCC
O Índice Nacional de Custo da Construção (INCC) é calculado mensalmente pela Fundação Getúlio Vargas (FGV). Ele é usado para indicar as variações de preços no setor da construção habitacional, incluindo materiais de construção (tijolos, concreto) e mão de obra, por exemplo.
A partir da correção mensal desses custos, as parcelas a serem pagas sofrem ajuste de preço, seja na planta ou enquanto a construção está em andamento.
Importante: o INCC é calculado durante o período em que o imóvel estiver em construção. Daí em diante, ele deixa de incidir sobre o valor das parcelas, pois não tem relação com o financiamento bancário subsequente.
Pesquisar sobre o INCC é importante para não ser surpreendido no financiamento.
Como calcular o INCC?
Muitas pessoas se confundem na hora de identificar a incidência do INCC nas parcelas. Isso ocorre porque, ao contrário do que se imagina, ele não se aplica no valor das parcelas em si, mas sim no saldo devedor de uma forma geral.
Um exemplo prático: vamos supor que você tenha um saldo devedor de R$ 100 mil para a quitação do imóvel. Considerando que o INCC de referência do mês seja 0,25%, o cálculo seria:
Saldo devedor – R$ 100 mil Reajuste do INCC – R$ 100.000 + 0,25% = R$ 100.250 Valor da parcela do mês = R$ 100.250 / 100 = R$ 1.002,50
Para o mês subsequente, consideremos que o INCC se manteve em 0,25%. Considerando que o pagamento da parcela mensal diminuiu o saldo devedor para R$ 99.247,50, a progressão seria:
Saldo devedor – R$ 99.247,50 Reajuste do INCC – R$ 99.247,50 + 0,25% = R$ 100.501 Valor da parcela do mês – R$ 100.501 / 100 = R$ 1.005,01 Novo saldo devedor – R$ 98.490,61
Como se preparar?
Para que a variação do INCC não te peguem de surpresa nas suas parcelas, veja algumas dicas simples:
Considere custos extras no financiamento
Não se atente somente ao custo total do imóvel! Tenha uma reserva financeira para que você possa arcar com as correções sem sustos.
Evite cobranças indevidas
Fique bastante atento ao seu contrato e à maneira como as parcelas serão calculadas – por exemplo, levando em consideração essa etapa do INCC. Certifique-se que os valores estão evoluindo conforme o acordado.
Estude
Quando você tem consciência da variação dos valores, você adquire uma certa previsibilidade do que será cobrado no mês seguinte. Se informe e não seja pego de surpresa!
Ter independência financeira e aumentar os rendimentos é um desejo de grande parte dos brasileiros. E quem começa esta jornada de educação financeira, provavelmente, já se deparou com a seguinte frase: imóvel é um investimento seguro. Mas você sabe por quê?
Isso ocorre, uma vez que essa é uma opção que sofre menos com as mudanças de mercado e crises financeiras, ao contrário das ações, por exemplo. E, além disso, é um tipo de investimento que pode ser colocado em prática de diferentes formas: por meio do aluguel e da revenda.
Mas isso não quer dizer que não é preciso levar alguns pontos em consideração antes de adquirir um bem para esse fim. E a gente te explica mais a seguir.
O mercado de imóvel para investimento em números
De acordo com um estudo realizado pela Associação Brasileira de Incorporadoras Imobiliárias, a ABRAINC, analisando o mercado entre 2012 e 2022, o rendimento anual dos investimentos em imóveis alcançou a taxa de mais de 12% – número composto pelos índices de valorização do imóvel mais o ganho com aluguel. Sendo esta a opção de maior retorno do país.
A critério de comparação, o CDB aparece em segundo lugar, com um rendimento de 8,6%.
Além disso, em outra pesquisa, a associação também identificou um comportamento interessante da pessoa que compra imóvel para investimento: das propriedades pagas à vista, 46% foram para este fim. Enquanto as que foram compradas com financiamento, apenas 3% foram com objetivo para investimento.
E o que levar em consideração na hora da escolha?
Ponto 1: a economia
Ainda que o imóvel seja considerado uma forma segura de investimento, você precisa sempre pensar com a cabeça nos negócios. E, para isso, o melhor indicativo é acompanhar a economia, principalmente as previsões com relação às taxas de juros.
Isso porque são esses cenários que vão lhe mostrar o período de mais retorno, bem como quando está aquecido, indicando que as pessoas estarão mais interessadas em comprar um imóvel ou, até mesmo, mudar para um aluguel mais caro.
Ou seja, é sempre bom analisar quando as condições estarão favoráveis, principalmente se a intenção é ter rápida liquidez.
Ponto 2: o mercado
A principal coisa a se ter em mente ao buscar um imóvel para investir é a de que a escolha precisa ser baseada no que está em alta e o que mais as pessoas estão procurando. Isso porque, não necessariamente, estes são fatores que possam te agradar, caso você fosse comprar um imóvel para morar.
Lembre-se: este imóvel não é para atender aos seus sonhos de casa ideal, mas precisa ser uma boa escolha, que fará outras pessoas o desejarem.
Para isso, pesquise sempre quais são os pontos mais importantes que os compradores desejam ter em seus apartamentos ou casas e leve-os em consideração. Por exemplo, a maior procura é por apartamentos pequenos ou grandes? É preciso ter área de lazer com piscina? Qual a quantidade de vagas que mais atrai inquilinos e compradores?
Todos esses detalhes serão importantes para garantir que você tenha o melhor retorno possível. Ou seja, veja as pesquisas e os levantamentos realizados por empresas do mercado e o que está sendo dito sobre os interesses das pessoas.
Ponto 3: estude as diversas possibilidades
Se tiver a oportunidade, estude mercados que vão além do seu bairro ou cidade. Ainda mais no caso do nosso país, que possui regiões totalmente diferentes entre si e pode haver oportunidades que muitas vezes você não conhece.
Estudar um cenário amplo, buscando oportunidades em outras regiões, pode ser uma ótima proposta para aumentar o leque de opções.
Pesquise como estão os outros Estados, se há algum grande polo de crescimento ou alguma região passando por uma verticalização, cuja procura por determinado tipo de imóvel esteja em alta. Regiões em desenvolvimento geralmente tendem a ter valorização maior.
Desta forma, você expande a sua carteira e tem mais oportunidades de melhor resultado.
Ponto 4: defina o seu orçamento
A lição máxima de qualquer investimento é: este aporte precisa servir para aumentar a sua renda e não para trazer problemas financeiros futuros.
Sendo assim, ainda que uma oportunidade brilhe os olhos, se ela for muito maior do que você poderá pagar, o melhor caminho é recuar!
E para saber até onde é possível ir, faça como se estivesse comprando um imóvel para uso próprio e defina um teto de orçamento. Quanto de dinheiro você tem? Qual será a forma de pagamento (à vista, financiando ou através de um consórcio)? E qual é a intenção de rendimento a ser alcançada ao final?
Para o imóvel ser um bom investimento, a ideia é que não seja necessário entrar em dívida para isso. Tanto que, se optar pelo financiamento, a melhor escolha é realmente uma alternativa de curto prazo, para que você não leve muito tempo para amortizar a propriedade, o que só irá aumentar os juros e prejudicar os ganhos com o investimento.
Ponto 5: saiba escolher a localização
A localização do imóvel é um dos principais fatores de decisão e, em complemento ao item 2, se é um ponto que faz a diferença para quem está buscando algo para comprar ou alugar, também é algo que deve ser levado em consideração para investir!
Para se ter uma ideia, outro dado da ABRAINC mostrou que mais de 60% das pessoas aceitariam pagar um valor mais alto pelo imóvel por conta do seu local. E isso pode refletir no retorno que você irá ganhar ao final.
Mas como saber se a propriedade está bem localizada? Considere estes fatores:
Se está próximo de trens, metrôs e ônibus.
A proximidade com vias de acessos importantes da cidade.
O que há ao redor, em questão de comércios e serviços.
Como é a infraestrutura da região, com relação à iluminação, asfalto e segurança.
Se é uma região em crescimento, conhecida e até com alta procura.
E sabe onde você pode achar as melhores opções de apartamento em São Paulo? A sua melhor alternativa está na Hatti. E para saber de mais novidades, acompanhe o nosso blog, Facebook, Instagram e LinkedIn.
São Paulo é uma megalópole e, por este motivo, cada região possui particularidades que se configuram em vantagens e desvantagens. No entanto, um bairro em específico tem ganhado destaque por unir praticamente todos os pontos positivos que alguém prioriza ao escolher um lugar para morar: a Vila Clementino.
Seja pela qualidade de vida, mobilidade ou mesmo pelas opções de lazer, a Vila Clementino oferece atrativos invejáveis, independentemente do seu momento de vida. Quer entender melhor o que torna essa região tão valorizada? Spoiler: motivos não faltam.
Localização privilegiada se chama Vila Clementino
A Vila Clementino é um bairro nobre da região centro-sul de São Paulo. Sendo metade pertencente ao distrito da Vila Mariana e, a outra, ao distrito da Saúde. O que já deixa claro a proximidade de áreas que também são conhecidas por oferecer segurança e qualidade de vida.
Mas um dos principais diferenciais da Vila Clementino, sem dúvida, está na mobilidade urbana. O bairro abriga as estações de metrô Santa Cruz (Linha 1 – Azul) e a recém-criada Hospital São Paulo (Linha 5 – Lilás). Além de estar perto de outras estações, como Chácara Klabin, AACD-Servidor e Ana Rosa.
E não para por aí: a Vila Clementino tem fácil acesso a avenidas importantes, como a 23 de Maio (Corredor Norte-Sul), a Jabaquara e a Rubem Berta. Além de estar ao lado do Viaduto Onze de Junho.
Isso sem contar a praticidade de estar a apenas 10 minutos do Aeroporto de Congonhas.
Opções de lazer
Além da proximidade com o Parque Ibirapuera, que já torna a Vila Clementino uma região cobiçada, o bairro ainda possui a Cinemateca Brasileira, um lugar de forte cultura da nossa cidade.
Antes de falar especificamente das atrações do bairro, um ponto que merece destaque: a Vila Clementino está a menos de 1 quilômetro do Parque Ibirapuera, um dos locais mais emblemáticos de São Paulo quando o assunto é lazer.
Mas não é só isso. O bairro ainda é o endereço da Cinemateca Brasileira, responsável pela preservação da produção audiovisual brasileira. Também é a casa do Teatro Popular João Caetano e está muito próximo ao Museu de Arte Contemporânea da USP.
Nos seus arredores, também está o Shopping Metrô Santa Cruz, sempre uma boa pedida para compras e gastronomia.
Ou seja, na Vila Clementino não faltam opções de lazer para todas as idades e gostos.
Abundância em serviços
A grande variedade de serviços que a Vila Clementino oferece torna essa região um atrativo para os mais variados públicos. Seja para quem está em busca do primeiro imóvel e quer morar perto da universidade ou trabalho, seja para quem tem família e busca um bairro com boa infraestrutura para ter crianças. Ou, então, se quer estar em um local que tem tudo acessível e possível de fazer a pé.
Até porque ali você irá encontrar uma vasta variedade de restaurantes, bares, drogarias, escolas e universidades, tudo com uma ótima qualidade e proporcionando um bem-estar que poucas regiões em São Paulo conseguem oferecer.
Veja abaixo, alguns destes destaques:
Hospitais
Um dos grandes destaques da região é a abundância em hospitais. A Vila Clementino é a casa dos centros médicos mais renomados da cidade, como o Hospital São Paulo (foto). Créditos: Divulgação – Hospital São Paulo.
A Vila Clementino é um bairro vocacional na área de saúde.
O carro-chefe é o Hospital São Paulo, referência no tratamento de diversas doenças. Mas também há o Edmundo Vasconcelos, o Hospital do Rim, o Instituto Dante Pazzanese de Cardiologia, o Hospital do Servidor do Estado, o Instituto do Sono, o GRAACC, entre outros.
Não é para menos que a região é conhecida como “o quadrilátero da saúde”, justamente pela abundância de centros médicos e consultórios que existem por ali.
Educação
Em termos de escolas, a Vila Clementino conta em seus arredores com o Colégio Marista Arquidiocesano e com a renomada Escola Bilíngue Franco-Brasileira de São Paulo.
O bairro também atrai muitos estudantes, já que abriga a Escola Paulista de Medicina (EPM/Unifesp) e os polos da ESPM, UNIP e FMU.
Gastronomia
E o que não irá faltar a você, estando no bairro, são opções de restaurantes, bares e padarias. A região é realmente um polo gastronômico da Zona Sul.
São inúmeras as alternativas, seja para quem quer aproveitar o dia, seja para quem busca aproveitar a noite.
Entre as possibilidades, há: 1900 Pizzeria, Lilló Restaurante, Graça Mineira, Black Sushi, Taverna Medieval, Villa Grano, entre outros.
Uma ótima opção para morar e investir
Por toda essa infraestrutura que oferece, a Vila Clementino é considerada uma das localizações da cidade mais promissoras, tanto para morar quanto para investir.
Ou seja, se você busca um local para morar em São Paulo, a Vila Clementino é o equilíbrio perfeito entre tranquilidade e riqueza de atrações. Mas se está atrás de boas opções para investimento, a região irá lhe proporcionar boas negociações.
Afinal, quem não gostaria de morar em um bairro seguro, com diversas opções de metrô, acesso fácil a grandes avenidas e ao Parque Ibirapuera, com uma riqueza cultural e gastronômica? Um ambiente que com certeza pode trazer a qualidade de vida que você está buscando.
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Uma grande tendência dos últimos anos é a busca por espaços menores de moradia, especialmente nas grandes metrópoles e para quem vai morar sozinho ou no máximo com mais uma pessoa.
E se você está nessa procura, é provável que já tenha se deparado com termos muito semelhantes: studio, kitnet, flat e loft. Afinal, você sabe a diferença entre eles?
Entender essa distinção é fundamental para saber qual opção mais se adequa ao seu estilo de vida. Afinal, por mais que todas elas partam do mesmo princípio – imóveis mais práticos, funcionais e fáceis de cuidar –, suas particularidades vão facilitar a procura pelo imóvel ideal.
Kitnet
Vamos começar pelo mais fácil, certo? A kitnet é o modelo mais familiar aos brasileiros, muito popular, especialmente para quem vai morar sozinho pela primeira vez.
Seus cômodos são normalmente conjugados, com exceção do banheiro, o único espaço separado no ambiente. A metragem é de até 40 m² e o espaço conta com sala, cozinha, quarto e, por vezes, uma área de serviço pequena.
As kitnets, além de oferecerem praticidade em manter a limpeza da casa, também costumam ser localizadas em regiões próximas ao centro, sendo uma ótima porta de entrada para morar com fácil acesso ao transporte público.
Studio
Os studios muitas vezes são confundidos com as kitnets e não é para menos, porque eles são uma versão mais atualizada dessa outra opção.
Isso porque, com relação à planta, eles não possuem muita diferença. Entretanto, a principal característica que os difere é o que oferece o condomínio.
No caso dos studios, percebendo as novas necessidades dos moradores das grandes cidades, as construtoras passaram a planejar as áreas comuns como extensões das unidades privadas, proporcionando muito mais praticidade ou conforto.
Exemplo disso são projetos que oferecem, além do padrão de academia, piscina e salão de jogos, áreas, como: lavanderia, coworking, minimercado, comércios, entre outras opções.
Além disso, eles compartilham da virtude das kitnets em termos de localização em áreas estratégicas da cidade.
Flat
O flat, ou apart-hotel, também é pensado para quem não tem muito tempo para cuidar da limpeza do imóvel. Mas este oferece uma vantagem especial, pois geralmente conta com limpeza periódica e serviços de cozinha e lavanderia, como se fosse um hotel.
Estes serviços são embutidos nas taxas de condomínio. Além disso, os flats contam com divisões mais específicas para os cômodos e a sua grande maioria já vem mobiliada, com móveis padronizados em todas as unidades – o que diminui a possibilidade de personalização por parte do morador.
Loft
O loft é um conceito importado dos Estados Unidos, onde houve um movimento em que áreas industriais começaram a ser destinadas à moradia.
Em virtude dessa característica, essa opção não apresenta paredes, assim como os studios, porém podem apresentar metragens maiores, passando dos 50 m².
Além disso, costumam ter um pé-direito alto (permitindo a instalação de mezaninos) e possuem instalações elétricas e hidráulicas aparentes.
O que analisar para escolher a melhor opção?
Se você deseja um imóvel mais amplo, as opções de flats e lofts podem ser as melhores escolhas, ante studios e kitnets, por exemplo.
Agora, se você busca praticidade e busca por um apartamento compacto e que possa lhe proporcionar conforto, os studios podem ser a melhor decisão.
Principalmente, pelo que o condomínio oferece, muitas vezes não precisando sair de casa para trabalhar e nem realizar tarefas básicas do seu dia a dia.
No fim das contas, independentemente da opção escolhida, você certamente está prestes a tornar seu dia a dia muito mais prático e flexível!
E sabe o que realmente não pode faltar para você? Estar em dia com as informações e dicas do mercado. Por isso, acompanhe a Hatti aqui no bloge nas redes sociais: Facebook, Instagram e LinkedIn.
Se você está em processo de compra de um imóvel, provavelmente pesquisou sobre financiamento imobiliário e/ou cogitou essa opção, não é mesmo?
Afinal, essa é a modalidade escolhida por 9 entre 10 brasileiros para a realização do sonho da casa própria. Já que, quando não se tem o dinheiro necessário para a compra à vista, esse recurso de fato é um atalho pertinente para sair do aluguel. Entretanto, é preciso se preparar bem para tomar a melhor decisão.
Resumindo, é preciso entender os tipos de financiamento, avaliar suas taxas de juros e o momento do mercado para bater o martelo.
Tem dúvidas? Calma, que vamos responder algumas delas aqui!
Em mais detalhes: o que é financiamento imobiliário?
O financiamento imobiliário nada mais é do que um adiantamento do crédito, fornecido por alguma instituição financeira, onde a pessoa consegue o valor que necessita para um fim específico e depois vai quitando a dívida aos poucos, no pagamento de parcelas.
E ele pode ser utilizado não somente para a compra de imóveis, sabia disso? Também pode ser solicitado para a compra de terrenos ou, mesmo, para a construção desse bem.
Tipos de financiamentos imobiliários
O financiamento imobiliário é uma linha de crédito de longo prazo e existem basicamente dois caminhos para fazê-lo: o Sistema Financeiro de Habitação (SFH) e o Sistema Financeiro Imobiliário (SFI).
Sistema Financeiro de Habitação (SFH)
O SFH é o principal financiamento para imóveis do país, controlado pelo Governo Federal. Ele permite financiar imóveis de até R$ 1,5 milhão e o valor máximo financiado é de 80% do valor do imóvel. E a parcela mensal só pode comprometer até 30% da renda mensal do pagante.
Seu prazo de quitação é de 35 anos e há a possibilidade de utilizar o FGTS para pagar parte do imóvel. Os juros são limitados a 12% ao ano + Taxa Referencial (TR). Além de estar disponível somente para pessoas físicas.
Contudo, no SFH, a pessoa solicitante só pode ter uma linha de crédito do tipo aberta por vez. Por exemplo, se ela já estiver financiando outro imóvel ou o financiamento for do seu carro, ela não poderá abrir outro financiamento em seu nome.
Sistema Financeiro Imobiliário (SFI)
Já o SFI, ele é válido para imóveis que ultrapassam o teto de R$ 1,5 milhão. E por não ser regulamentado pelo governo, possui regras menos rígidas e pode ser utilizado em modalidades diferentes de financiamento imobiliário.
Essa opção pode ser feita tanto por pessoa física quanto jurídica e não há valor máximo do imóvel a ser financiado, nem limites referentes ao comprometimento da renda do pagador ou da taxa de juros aplicada.
O prazo de quitação do SFI é o mesmo, mas o crédito pode cobrir até 90% do imóvel e, como já comentado acima, a taxa de juros varia, podendo ficar acima dos 12% ao ano.
Desde 2021, essa modalidade também permite o uso do FGTS.
Qual a melhor opção para amortização: SAC ou Price?
No momento de analisar as propostas de financiamento, muito provavelmente você irá se deparar com esses dois termos: SAC e Tabela Price. Ambos são cálculos que vão determinar o quanto será pago mensalmente e por quanto tempo, visando a redução gradual da dívida (ou seja, a amortização).
E ainda que as duas opções visem o pagamento do financiamento ao final do período, elas são bastante diferentes entre si e a escolha de uma ou da outra poderá determinar todo o seu planejamento financeiro. Entenda o porquê:
SAC
O SAC, ou Sistema de Amortização Constante, tem como dinâmica a redução do valor das parcelas conforme elas vão sendo pagas.
Isso porque, na Tabela SAC, como o próprio nome indica, o valor da amortização será o mesmo durante todo o período e o que será reduzido é o preço dos juros aplicados, já que esse montante é calculado sobre o saldo devedor. Esse, por sua vez, vai se reduzindo parcela a parcela, o que, consequentemente, reduzirá o preço dos juros.
Ou seja, apesar de o comprador precisar ter uma quantia de dinheiro maior no começo do pagamento das dívidas, a longo prazo ele irá pagar menos e, com isso, poderá pagar a dívida até com mais rapidez.
Tabela Price
Já na Price, o valor das parcelas começa em um preço menor do que se comparado à SAC e se mantém a mesma até o fim. Em outras palavras, o preço das parcelas se manterá o mesmo, da primeira à última.
Aqui, o valor dos juros também vai se reduzindo ao longo do tempo, porém o que vai aumentando é o valor da amortização.
Nesta opção, a vantagem é que você poderá iniciar o pagamento com um preço menor de parcelas. Entretanto, é uma alternativa que leva mais tempo do que a SAC, por exemplo, para finalizar a amortização.
Financiamento imobiliário com construtora ou banco?
Existem diversos tipos de financiamento imobiliário e você deve estar atento à opção que melhor atende suas necessidades.
A melhor opção vai depender das suas condições de pagamento, mas cada uma delas possui as suas vantagens. Financiar com o banco, por exemplo, permite um custo de entrada menor (já que é possível financiar pelo menos 80% do valor total do bem), caso seja prudente diluir o valor em mais tempo.
Já o financiamento com a construtora permite mais flexibilidade (contrato de 2 a 10 anos) e menor burocracia, pois é possível financiar até mesmo com restrições de crédito e CPF.
Lembrando que, mesmo para quem entra em um financiamento imobiliário mais extenso, há a possibilidade da amortização, caso entre um dinheiro extra para concluir o pagamento antes do previsto.
Financiamento com banco: qual a melhor opção?
No planejamento financeiro para comprar um imóvel, é fundamental entender quais são os bancos e as financeiras com as melhores taxas de juros para financiamento imobiliário, propiciando a opção mais vantajosa possível para sua escolha.
Atualmente, a melhor taxa de juros é a da Caixa Econômica Federal, com 7,57% ao ano + TR. A Caixa libera crédito para diversas finalidades, desde compra até reforma do imóvel, sendo possível fazer uma simulação no site.
No Bradesco e no Itaú, a taxa fixa está na casa dos 10% (10,50% e 10,72%, respectivamente). No Banco Inter e no Santander, as taxas fixas são de 11,22% e 11,34%, respectivamente.
Agora que você conhece as particularidades do financiamento imobiliário, escolha o caminho que mais se adeque à sua realidade financeira e tire o seu sonho do papel!
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Quando falamos de ter um imóvel próprio, estamos falando possivelmente do maior sonho de nossas vidas. Tamanha responsabilidade exige pensar em cada detalhe antes de tomar a decisão final. Por esse motivo, saber o processo de compra de um imóvel é indispensável para que essa conquista seja feita da melhor forma possível.
São muitos os motivos pelos quais o brasileiro sonha com uma casa própria. Sair da casa dos pais, parar de pagar aluguel ou mesmo para atender um novo momento de vida.
Juntar o dinheiro necessário para a compra é certamente a parte mais difícil do processo, mas não é a única preocupação. Você deve avaliar o seu estilo de vida, as características do imóvel, a localização, possíveis custos adicionais, entre outras ponderações.
Mas não se preocupe: a Hatti está aqui para te dar dicas e mostrar como é esse caminho.
Como é o processo de compra de um imóvel?
Ainda que cada pessoa possa ter uma experiência diferente da outra, há etapas no processo de compra de um imóvel que todos precisam passar.
Como essa aquisição requer um investimento alto, esse processo envolve um planejamento que precisa ser cuidadoso.
A boa notícia é que são fatores simples que devem ser considerados antes de realizar o seu sonho.
São diversos fatores que precisam ser considerados no momento do planejamento. Tudo para a sua compra ser a mais assertiva.
O começo: organização das finanças
A partir do momento que se toma a decisão de comprar um imóvel, o passo seguinte envolve a organização das finanças. Se você ainda não sabe como fazer isso, não se preocupe! A Hatti já fez um material de como montar um planejamento financeiro e você pode conferir aqui.
Organizar as finanças para a conquista da casa própria exige sacrifício, mas existem estratégias que podem facilitar seu objetivo.
O primeiro esforço é óbvio: poupe o máximo de dinheiro possível dentro das suas possibilidades. A propósito, o ideal é que esse valor esteja investido em boas aplicações, de forma que ele continue rendendo.
Como você pode diminuir seus custos variáveis para guardar o máximo de dinheiro possível todo mês? Só é possível descobrir isso tendo as suas finanças na palma da sua mão. Aqui, vai te ajudar muito se você criar uma planilha com todos os custos que possui. Assim, verá quais desses gastos são indispensáveis e quais podem ser cortados.
A ideia é que você administre melhor a sua renda para poupar, mas não apenas isso. Se você tem dívidas e pretende financiar o imóvel, por exemplo, é preciso limpar o nome para conseguir crédito imobiliário.
Em seguida, as próximas etapas
Após estar com a parte financeira organizada, chega a fase de desenhar melhor sobre como será esse imóvel tão desejado e definir mais outros detalhes importantes para essa tomada de decisão.
Entenda as suas necessidades e a da sua família
Seja para morar sozinho ou com a família, tenha em mente as necessidades pessoais para que o processo de pesquisa pelo imóvel ideal seja o mais acertado.
Por exemplo, você quer morar em uma casa ou apartamento? Com quantos quartos? Quais são os espaços extras que você não abre mão (garagem, piscina e área verde, por exemplo)? O próprio tamanho do imóvel também é um fator primordial.
Neste momento, procure visualizar os seus planos, principalmente os de médio prazo. Se deseja aumentar a família, já é preciso cogitar esse espaço na futura casa. Existem planos de mudar de região, ou mesmo de país? Vale a pena fazer esse investimento agora? Se há planos de mudança de emprego, talvez buscar um imóvel mais próximo do trabalho.
É claro que não estamos falando aqui de imprevistos e mudanças de rotas não esperadas, que podem acontecer. Porém, quanto mais perto você conseguir chegar dessa realidade que deseja, menores serão as chances de ter uma perda financeira.
Localização
A localização é um fator crítico no planejamento para a compra de um imóvel, afinal, todos queremos morar em um lugar seguro. E se você quer comprar visando investimento, por exemplo, também é preciso entender o potencial de valorização daquele local.
Você pode analisar índices como o IDH do bairro. Mas não somente isso: a localização também precisa fazer sentido com o seu estilo de vida.
Por exemplo, se a sua vida noturna é agitada, faz sentido escolher um local próximo a bares e restaurantes.
Veja se a região oferece uma boa infraestrutura de comércio, se há supermercados e padarias por perto, por exemplo. Preste atenção ao acesso a transportes públicos, vias principais e se está localizado próximo a alguma linha de metrô. Pensar nessa acessibilidade facilitará demais o seu dia a dia.
Com relação à saúde? Tem hospitais, clínicas e farmácias perto? Escolas, creches e universidades para você ou seu filho? E não se esqueça da sua qualidade de vida: veja se tem praças, parques e locais para você aproveitar.
Projeto
Esteja você ainda na fase dos sonhos, esteja já na escolha do lugar ideal, há planos para fazer alguma reforma? E qual é a sua proporção?
Ter esse tipo de noção permitirá que você também se organize em outros assuntos, como o prazo que deseja ou precisa para se mudar (para não morar junto com a obra acontecendo); o custo a mais que precisará desembolsar e, principalmente, se é necessário algum tipo de autorização.
Quanto menor o tempo e a verba disponíveis para qualquer reforma, maiores serão as dificuldades.
Documentação
Mesmo que esse seja o seu primeiro imóvel a ser comprado, isso não vai mudar o fato de que será preciso seguir uma série de burocracias.
A primeira coisa a se fazer, antes de resolver qualquer questão jurídica, é organizar os seus documentos e de quem mais estiver com você na compra. Separe seu RG, CPF ou passaporte, certidão de nascimento ou de casamento, comprovante de residência e o que mais for pertinente.
Importante: os seus documentos precisam estar com a validade em dia! O RG, por exemplo, tem validade aceita de 10 anos. Contas para comprovante de endereço têm prazo de 5 anos.
Deixar toda a documentação pronta, com certeza, facilitará bastante todo o processo de compra.
Chegou a sua hora!
A jornada para ter o imóvel dos sonhos envolve muitas fases, porém, com organização e necessidades bem definidas, esse processo será mais facilitado.
O processo de compra de um imóvel envolve muitas etapas e sacrifícios. Mas, como pôde ser visto, nada que uma boa organização não seja recompensada no final, com a sua sonhada chave em mãos!
Por mais que seja um sonho, comprar um imóvel pode trazer algumas inseguranças. Afinal, é um grande investimento que, para muitas pessoas, representa a economia de toda uma vida.
Ou seja, se você está neste momento da tomada de decisão, fique tranquilo! É claro que várias dúvidas sobre compra de imóveis vão surgir, principalmente, porque você quer ter a melhor escolha possível.
Mais uma vez, a Hatti está aqui para lhe ajudar. E levantamos algumas perguntas mais comuns que as pessoas se deparam no processo de compra. Acompanhe a gente nesta leitura!
5 dúvidas sobre compra de imóveis mais comuns
1. Como escolher entre apartamento na planta ou pronto para morar?
Na planta ou pronto, o importante na escolha de um imóvel é o seu desejo e a sua preferência.
Essa é uma das dúvidas sobre compra de imóveis mais comuns quando se está pensando no assunto: escolher entre uma opção na planta ou pronto para morar?
Antes de qualquer coisa, é preciso ter em mente que, nesta questão em específico, não existe certo ou errado. Tudo depende da sua necessidade e preferência, até porque ambas possuem particularidades e vantagens.
A principal diferença entre elas é a situação do empreendimento. Isso porque no imóvel na planta, você tem que esperar a construção terminar, enquanto no pronto para morar, como o próprio nome já diz, basta só se mudar.
Se esperar não for um problema para você, escolher a opção na planta tem como benefícios:
Maior tempo para planejar a mudança.
Você não precisará se preocupar em pagar o condomínio, no tempo em que estiver em obra.
O valor do imóvel tende a ser mais barato, já que ele valoriza o preço conforme vai ficando pronto.
Há uma maior flexibilização na negociação, podendo pagar uma entrada menor e diluir o restante a ser pago até a entrega das chaves em várias parcelas. Já no imóvel pronto para morar, além da entrada ser maior, você vai direto para a etapa do financiamento do valor restante a ser pago.
Ainda que você tenha que ter um valor maior em mãos para realizar a compra, o imóvel pronto também tem o seu lado positivo, além do menor tempo de entrega:
Você tem a possibilidade de ver realmente como está o imóvel construído.
Poderá conhecer, antes de comprar, como está a construção, os materiais utilizados, bem como ficaram as áreas de lazer.
2. Como saber se o imóvel não é um golpe?
No momento da pesquisa, pode acontecer de você se deparar com um imóvel que parece muito bom para ser verdade. Seja pelo preço abaixo do mercado, a sua localização, disponibilidade ou tamanho. Se bateu a dúvida, não ignore o seu instinto!
Aqui vão alguns pontos para verificar a veracidade do empreendimento:
Pesquise o valor médio do m² da região. Se não for uma promoção ou negociação especial da construtora, desconfie caso o imóvel esteja com um preço muito abaixo do que outras opções da região.
Veja se quem estiver te vendendo tem todas as documentações corretas, como escrituras, registros e contratos. E, principalmente, se após assinados, eles ficam acessíveis para você consultar (seja oferecendo uma cópia a você ou mantendo on-line).
Desconfie se houver urgência para fechar o negócio. Se te pressionarem a tomar uma decisão rápida, sem dar tempo para pensar, fique alerta.
Visite o local. Não compre sem antes conhecer de perto o stand de vendas ou o imóvel pronto. E se puder optar por assinar os documentos no escritório da construtora ou da imobiliária, melhor, garantindo que a empresa possui endereço e se trata de uma negociação segura.
3. Financiamento bancário ou direto com a construtora?
Os financiamentos, pela construtora ou bancário, são ótimas alternativas para conseguir viabilizar a sua compra. Saiba só as diferenças de cada um e o que é melhor para você.
Essa é uma resposta que também depende da sua realidade e possibilidade de pagamento. Antes de qualquer decisão, é preciso entender as diferenças entre esses dois financiamentos:
Financiamento com a construtora
Neste tipo de negociação, as construtoras vão estabelecer o pagamento da entrada (podendo ser entre 30% e 50% do valor total) e colocando o restante a ser financiado.
Esse tipo de contrato possui uma atualização de valor mensal baseado no IGP-M +, uma porcentagem que pode chegar a 1% por mês. E a sua principal diferença é o prazo de pagamento. Enquanto os bancos permitem financiamentos de longo prazo, de até 35 anos, os contratos com as construtoras têm validade de 2 a 10 anos.
Uma vantagem dessa alternativa é a menor burocracia. Em alguns casos, é possível realizar o financiamento mesmo com restrições de crédito e CPF.
Financiamento com o banco
Além da principal diferença de tempo de pagamento, nesta opção você pode financiar de 80% a 90% do valor total do bem (a depender da modalidade escolhida), o que fará com que a sua entrada seja menor.
Sem contar que, com o banco, você também pode financiar o pagamento de imóveis prontos ou que já tiveram um dono anterior.
Aqui, os juros são predeterminados em contrato, podendo variar de 7% a 8,9% + Taxa Referencial (TR). E o sistema de amortização pode ser tanto o PRICE (parcela menor que se mantém ao longo de todo o contrato), quanto SAC (começa-se com uma parcela maior e vai diminuindo com o passar dos anos).
Como citado acima, você pode utilizar o seu Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) no seu financiamento imobiliário, seja ele feito com a construtora, seja com o banco.
E o FGTS pode ser acionado nas seguintes opções:
Na compra do imóvel à vista.
Para pagar a entrada do financiamento (apenas no contrato bancário).
No pagamento de parte das parcelas do financiamento.
Para quitar ou abater parte do saldo devedor, se for feito um empréstimo.
5. Como saber se o imóvel vai valorizar com o tempo?
Comprar um imóvel é um investimento alto e uma das principais preocupações é saber se ele irá valorizar. Mas como ter certeza disso?
Para isso, é preciso olhar alguns fatores:
Localização — a região é bastante procurada? Como é a infraestrutura do bairro? Está próximo de transportes públicos e vias de acesso? É um lugar com potencial de crescimento e melhorias?
Segurança — não só da região onde ele se encontra, mas do próprio empreendimento em si.
Infraestrutura do imóvel — tem vaga de garagem? Quais são as características do imóvel e a sua planta? Se for condomínio, o que oferece de áreas de lazer e convívio?
Condição do imóvel — a construção é de qualidade ou o novo morador precisará fazer muitas benfeitorias? Esse cenário impacta no preço de venda e negociação. Até mesmo a escolha dos materiais utilizados pode ajudar a agregar valor à construção.
Então, estas dúvidas sobre compra de imóveis conseguiram te ajudar? Saiba que se você estiver comprando um apartamento Hatti, estas e quaisquer outras perguntas serão respondidas prontamente pelo nosso time de atendimento, que é altamente especializado.
Para ficar também em dia com outras informações do mercado, siga acompanhando a Hatti no nosso Blog, Facebook, Instagram e LinkedIn.
Ter um imóvel próprio é uma conquista que ainda faz parte dos sonhos da maioria dos brasileiros. Mas, ao mesmo tempo, grande parte dessas pessoas ainda têm dúvidas de como podem se organizar financeiramente para essa aquisição.
Você se encontra nesta situação? Fique tranquilo, porque a Hatti está aqui para lhe mostrar que criar um planejamento financeiro para comprar imóvel é uma jornada possível.
Por isso, não tome nenhuma decisão ainda, respire, e acompanhe a leitura, que essas dicas vão lhe ajudar a conquistar esse sonho com menos dores de cabeça.
Planejamento financeiro para comprar imóvel. Onde tudo se inicia.
De fato, o caminho para a compra de um imóvel se inicia com o desejo de se ter um lugar para chamar de seu. Entretanto, só essa vontade não é suficiente. Dessa forma, chega a etapa realmente mais importante, que é o planejamento financeiro.
Afinal, é por meio desse estudo e organização que você não só irá definir alguns pontos determinantes para a compra, como orçamento total e prazo para alcançar esse valor. Como, ainda, conseguirá identificar possíveis imprevistos e estar preparado para eles, sem surpresas.
Então, vamos ao passo a passo.
Etapa 1: reúna todas as suas finanças e despesas
O primeiro passo para começar o seu planejamento financeiro é entendendo a sua situação atual, entre o dinheiro que se tem e todas as suas despesas.
Antes de definir onde você precisa chegar, primeiro entenda o seu cenário hoje. Ou seja, quanto da sua renda há disponível para realizar essa compra.
Para essa etapa, irá lhe ajudar muito se você montar uma planilha, onde, de um lado, terá todas as suas finanças e de quem mais estiver com você nesta aquisição. Na soma, coloque todas as economias de vocês, faturamentos mensais e possíveis bens (carro, moto, etc.)
Do outro lado, coloque todos os gastos. Tanto as despesas fixas (internet, luz, gasolina, seguro, plano de saúde, entre outros), como aqueles custos que surgem de vez em quando (o cinema uma vez por mês, veterinário, um presente para a família e o que mais surgir).
Etapa 2: estabeleça um cenário macro
Na planilha, seja na parte dos ganhos, seja nas despesas, é interessante considerar cálculos anuais, uma vez que os meses podem oscilar e quanto maior for essa previsão, melhor.
Ao final, você irá saber: quanto entra de dinheiro, qual é o seu custo de vida e quanto resta para investir no seu imóvel. É pós essa conta que você decidirá se o que for economizado será para dar entrada, para pagar à vista ou o quanto te resta para as parcelas do financiamento.
Além disso, ao elencar todas as entradas e saídas que os responsáveis possuem, ficará mais fácil identificar gastos que poderão ser cortados futuramente, para aumentar o saldo para o seu investimento.
Etapa 3: defina metas reais
Agora que você sabe quanto de dinheiro sobra para ser aplicado na compra do imóvel, é momento de definir algumas metas.
Qual é o seu prazo? Quanto maior ele for, melhor, porque você terá mais tempo para aumentar o seu cofrinho.
Qual é o valor final que deseja alcançar? Tudo bem se nesta etapa você ainda não tiver certeza sobre o valor da propriedade, mas é importante estabelecer um teto para saber: quanto tempo irá economizar esse dinheiro e se será reunido o valor integral do imóvel ou só uma parte.
Aqui, afirme metas plausíveis e mais fáceis de serem alcançadas, sem prejudicar os outros âmbitos da sua vida, o que tornará todo o processo mais difícil. E está tudo bem caso você estabeleça um plano e precise revê-lo depois de um tempo.
Etapa 4: busque ajuda em outras formas de rendimento
Para acelerar o seu processo de compra, você pode escolher por algumas formas de investimento, que farão seu dinheiro render mais.
Um caminho que irá lhe ajudar neste planejamento financeiro para comprar um imóvel é buscando alternativas de rendimento.
Por exemplo, você já pode começar colocando todo o dinheiro que conseguir economizar em uma poupança, enquanto não sabe como aplicá-lo em opções com retorno maior. Ou caso ainda não tenha definido as suas metas.
Depois, com calma, pode optar pelas diversas opções que existem no mercado, como Tesouro Direto, Fundos Imobiliários ou carteiras do CDB. O importante é que, seja qual for a alternativa escolhida, procure primeiro o gerente do seu banco ou peça ajuda de especialistas, a fim de entender as diferenças entre as modalidades e não ter problemas no momento do saque, nem um rendimento abaixo do esperado.
Etapa 5: escolha como será a feita a compra
Uma vez as metas definidas e o seu cenário financeiro esclarecido, é hora de tomar a decisão: será pago à vista ou serão buscadas outras opções?
O segundo cenário é, hoje, o mais procurado pela maioria dos brasileiros, sendo o financiamento a alternativa mais comum. Isso porque é uma operação financeira que oferece a melhor condição de pagamento à pessoa, conforme a sua necessidade.
E essa é uma das grandes vantagens do financiamento — além da possibilidade de pagamento a longo prazo, porque cada pessoa terá a possibilidade de montar a situação que for mais favorável, tornando a possibilidade de compra do imóvel uma conquista acessível.
Dica: seja qual for o tipo de financiamento escolhido, é importante que as parcelas não ultrapassem 30% da sua renda mensal. Assim, você garante que terá como pagá-las e sem prejudicar as outras contas que possui.
Etapa 6: Faça a melhor negociação
O momento da negociação requer paciência e bastante racionalidade, a fim de chegar no melhor cenário para os dois lados.
Se você já tem o seu imóvel escolhido, é chegado o momento de realizar a negociação com o corretor ou a construtora.
Nessa fase, caso você não pague à vista, pode optar, por exemplo, por alguns caminhos, como: pagar uma entrada maior, restando parcelas menores; ou pagar uma entrada menor, com parcelas maiores no futuro.
E fique atento! Com as parcelas mensais, ainda podem surgir parcelas semestrais ou anuais. Programe-se para não ser pego de surpresa.
Mas nesta parte da negociação, tudo irá depender das suas metas definidas lá no começo. Lembrando que depois dessa etapa com a incorporadora e a entrega das chaves, você terá ainda o financiamento.
O importante é ter em mente que essa é uma fase quase final para a sua compra. Então, tenha calma, e busque encontrar o melhor acordo para ambos os lados.
Etapa 7: não se esqueça das taxas extras
Lembra que comentamos que o planejamento financeiro é essencial, inclusive, para estar preparado dos imprevistos?
Pois, aqui vai um exemplo de uma situação que muitas pessoas se esquecem: as taxas e impostos que vêm com a compra do imóvel.
Além do Imposto sobre Transmissão de Bens Imóveis, o ITBI, pago no momento da aquisição, você ainda precisará pagar todas as taxas e documentos para realizar a transferência da propriedade em seu nome, bem como outros trâmites jurídicos.
Por isso, no instante em que estiver fazendo o seu planejamento, considere essas despesas também no cálculo final. Ainda que o preço dessas taxas variem conforme o tamanho e localização do imóvel, geralmente, elas ficam entre 3 a 5% do valor final.
Ou seja, acrescentando um pouco mais por mês e você já garante que esses gastos não serão um problema para a sua conquista tão esperada.
Dica extra: conte com ajuda de especialistas
Assim como na etapa de estudar os tipos de rendimento, saiba que durante todo esse processo você não precisa estar sozinho.
Aqui mesmo na Hatti, possuímos uma equipe especializada que está à sua disposição para tirar todas as suas dúvidas, não somente dos nossos projetos, mas também de todas as etapas para a compra.
O nosso maior objetivo é que essa experiência para o seu novo apartamento seja inesquecível e a melhor possível. Então, saiba que você terá com quem contar!
Aproveite e acompanhe outras matérias nossas no nosso Bloge também nossas novidades nas redes sociais: Facebook, Instagram e LinkedIn.
Você chegou ao momento em que está pronto para comprar um imóvel, mas sabe que tomar essa decisão é apenas o primeiro passo do processo. Isso porque, ainda é preciso entender o que você realmente necessita neste novo espaço e também entender se esse imóvel é realmente um bom negócio.
Mas saiba que há alguns itens que precisam ser vistos para a melhor escolha ser feita. E a gente traz a você 4 deles. Vem descobrir com a gente!
4 motivos que tornam o imóvel um bom negócio
1) Localização
A localização é um dos pontos importantes (senão, o mais) a ser estudado de um imóvel, antes de comprá-lo. Fonte: Shutterstock.
Pode parecer um ponto óbvio, mas porque, de fato, a localização é um fator crucial, tanto para morar, como para revenda.
Neste quesito, é preciso analisar a rua em si e o bairro ao redor. Como é a região? Oferece infraestrutura para quem morar lá, com comércios, escolas, hospitais e afins? Além disso, a acessibilidade a ela é boa, com fácil acesso a transporte público e vias de trânsito? Como é a segurança, é possível ter uma melhor qualidade de vida ali?
Junto a esses itens, é preciso entender como é a sua realidade e preferências também. Se é mais adepto de estar perto de lugares mais badalados e com vida noturna agitada, ou se deseja bairros tranquilos. É do time que busca estar ao lado de centros econômicos ou prefere lugares mais residenciais?
E, principalmente, tenha uma percepção de longo prazo. Pesquise se naquela localização está prevista a chegada de linhas de metrô, por exemplo, ou se o bairro já está com as suas mudanças consolidadas. Esses pontos são importantes não só para a sua praticidade, como são transformações que podem valorizar ainda mais o imóvel.
Mas, também, não deixe de pesquisar sobre o interesse de outras pessoas pelo local. Esse é um detalhe crucial para quem deseja investir, mas mesmo para moradia é importante ter ciência dessa busca. Isso porque regiões mais procuradas tendem a ter valores mais altos e, ainda, você terá menos dificuldades se precisar alugar ou revender.
2) Infraestrutura do empreendimento
Hoje em dia, é mais comum encontrarmos empreendimentos com uma ampla área de lazer e diferenciais construtivos. Porém, neste caso, é preciso considerar muito mais a sua necessidade.
O que faz mais sentido para você? O que é preciso para se ter uma melhor qualidade de vida? Encaixe o imóvel ao que você necessita!
O que isso quer dizer? Se você faz home office, talvez prefira um lugar que tenha coworking e espaços com internet no condomínio, do que outras áreas de lazer. Se o seu sonho é ter mais contato com a natureza, a opção, então, é buscar um empreendimento com ampla área verde. Você é mais adepto de uma área fitness do que salão de festas, por exemplo? O caminho é ir atrás de um lugar que tenha esse ambiente com ótima infraestrutura.
E mais: considere não só as suas necessidades de hoje, mas as futuras também! Isso porque ao longo dos tempos a nossa realidade muda e nem sempre será possível buscar um novo lugar a cada transformação que surgir.
Por exemplo, se você desejar ter um filho, o apartamento e o prédio possuem espaços e lazer para a criança? Se pode haver a possibilidade de mudança de emprego, ou mesmo fazer home office, a sua nova casa terá fácil acesso e ambientes para esse novos momentos?
E mesmo após definida essa escolha, ainda resta olhar a estrutura em si do empreendimento. Se ele já estiver pronto, veja com cuidado a qualidade construtiva das áreas comuns e do seu imóvel. Se estiver na planta, busque entender como será feito o projeto, os materiais que serão utilizados e, se preciso, conte com apoio de um arquiteto.
3) Planta
Ter um imóvel do tamanho adequado para a sua necessidade é essencial para você ter uma boa qualidade de vida, e a sua família também. Foto: Shutterstock.
O imóvel está bem localizado, possui uma infraestrutura que casa com o seu estilo de vida, mas e a planta?
Assim como os outros pontos acima, é relevante considerar a sua realidade e as suas necessidades. Com isso, analise com cuidado o tamanho do imóvel e sua divisão dos espaços.
Mas como saber o tamanho ideal do imóvel? Para saber essa resposta, avalie os seguintes pontos: quantas pessoas vão morar nele; é necessário ter espaço para pet ou não; se é preciso ter escritório; qual ambiente da casa será o ponto principal (se é a cozinha, sala, varanda, entre outros).
Além de responder a essas perguntas, é preciso saber, inclusive, se o imóvel permite que se faça as modificações, caso haja algo que queira mexer e, assim, ficar da forma que você realmente sonha.
4) O que falam sobre a empresa
E, finalmente, para ter certeza de que está fazendo um bom negócio, pesquise as empresas envolvidas na construção.
Certifique-se que elas possuem canais de contato, site, redes sociais e registro. Garanta a sua confiança!
Veja, inclusive, como é a relação dessas empresas com os seus clientes: eles possuem e respondem os canais de atendimento? Há reclamações no Reclame Aqui ou nas redes sociais? Como as companhias se portam neste contato e qual é a experiência das pessoas com elas?
Claro, além desses pontos, há outros que também se deve considerar, como o valor do imóvel comparado com a concorrência, e o seu custo-benefício, a situação do mercado atual e as chances de valorização.
Quer ficar por dentro de outras dicas como essa? Acompanhe sempre a Hatti aqui no Bloge nas redes sociais – Facebook, Instagram e LinkedIn.
Ao tomar a decisão de comprar um imóvel, você provavelmente terá diferentes motivos que te levaram até essa escolha, certo?
Por exemplo, crescer a família, a mudança para outra cidade a trabalho, o interesse em um novo bairro, uma nova necessidade ou só mesmo para investimento.
Seja qual for essa razão, sabia que você pode ter um perfil de comprador de imóvel? E mais: todos nós nos enquadramos em algum grupo no momento de pesquisa.
Acompanhe a Hatti, que vamos te mostrar quais são esses grupos e você poderá identificar em qual deles se encaixa melhor.
Perfil de comprador de imóvel: por que existem e quais são?
Por mais que as pessoas sejam diferentes, com gostos e preferências únicos, há situações em que apresentamos um padrão de comportamento que ditará a forma e o que escolhemos consumir.
E é aí que temos o perfil de comprador de imóvel. Em cada grupo, as pessoas terão fatores principais para escolherem o lugar ideal e razões específicas que vão determinar a ocasião certa da aquisição.
Conheça aqui alguns deles:
Perfil Família
Espaços que promovam lazer, conforto e qualidade de vida estão entre as características mais escolhidas por esse grupo. Foto: Shutterstock.
Como o próprio nome indica, esse grupo é formado por quem já possui filhos ou está planejando o primeiro.
Com isso, os espaços de lazer do empreendimento, o tamanho da planta e o que a localização oferece de infraestrutura serão analisados, visando tanto o bem-estar do comprador em si, como também da criança.
Além disso, a segurança da região também entra na lista de fatores decisivos deste grupo.
Perfil Investidor
Além das características do empreendimento e da região, a situação do mercado também será um fator importante que a pessoa desse perfil considerará. Foto: Shutterstock.
São pessoas que vão olhar o imóvel única e exclusivamente como oportunidade de negócio. Seja para quem está aplicando o dinheiro, apenas como investimento, seja se for para morar e tem visão de, a longo prazo, revender ou alugar.
Para esse perfil, as chances de liquidez e rentabilidade da propriedade estão entre alguns dos fatores que serão mais determinantes do que outros pontos de gosto pessoal. Por exemplo, se o bairro onde o imóvel está localizado é uma região que ele gostaria de morar.
Argumentos emocionais serão pouco efetivos aqui, já que a pessoa espera ser apresentada a motivos mais racionais, como: procura da região, qualidade construtiva, diferenciais do projeto, entre outros pontos.
Perfil pesquisador
Pesquisar em diversos sites, visitas em stands, contatos com vários corretores e meses de procura fazem parte do processo de compra desse perfil. Foto: Shutterstock.
Às vezes, as pessoas do perfil pesquisador são vistas como indecisas, uma vez que a sua principal característica é fazer uma busca aprofundada até ter a decisão tomada.
Se você é do tipo que pesquisa tanto a ponto de se tornar especialista, provavelmente, faz parte deste grupo.
Aqui, os compradores são mais exigentes com as opções e focam em todos os detalhes. Desde qual momento do dia bate Sol na casa, até as possibilidades de adequação da planta, para terem o imóvel que realmente desejam.
Perfil Realista
Menos sonhador do que quem faz parte do perfil pesquisador ou família, o realista tem bem claro o que deseja. Foto: Shutterstock.
Também chamado de decidido, essa pessoa sabe exatamente o que quer. Ela apresenta um comportamento até próximo do investidor por ter um olhar mais racional na hora da compra. A diferença é que ela vai, sim, considerar gostos pessoais e não só de rendimento.
É um público que buscará o apartamento ou casa que atenda aquilo que almeja. E por mais que tenha uma decisão tomada, não quer dizer que será mais fácil, porque poderá ser difícil encontrar a opção que tenha todos os requisitos que espera.
Mas será, de fato, aquele que chegará ao stand já sabendo o que procura.
E, então, conseguiu se identificar em algum perfil de compra de imóvel? Pois saiba que isso não necessariamente é uma regra, mas o importante é ter paciência e buscar com calma o imóvel que deseja.
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